Para os portugueses que são aficcionados pelos Brasileiros aqui fica o quanto eles nos respeitam…
Já me informaram que a Sr.ª que teve a capacidade de fazer este documentário já veio pedir desculpas atraves da SIC.
Da minha parte não terá desculpa….. Amo demais a minha Pátria para desculpar quem a rediculariza.
Este vídeo foi para o ar no programa Saia Justa. A actriz (?) e escritora (?) Maitê Proença estava em Portugal por causa de uma peça teatral e aproveitou o seu momentos de horas vagas (?) para fazer algumas imagens para o quadro do semanal do canal GNT. A pergunta é: como isso foi para o ar? O tema? Aquele mesmo assunto pobre de sempre: gozar com os portugueses. Como isso ainda não basta, ela terminou o vídeo cuspindo. A pergunta é novamente: para quê? Será um laboratório para ela ser “o próximo chafariz” da nova novela da TV Record?
Um casal de jovens chega ao consultório de um médico terapeuta sexual. O médico pergunta: O que posso fazer por vocês? O rapaz responde: Poderia ver-nos a fazer sexo? O médico olha espantado, mas concorda. Quando termina, o médico diz: Não há nada de mal na maneira como fazem sexo . E cobra 70,00 euros pela consulta, o que se repete por várias semanas. O casal marca um horário, faz sexo sem nenhum problema, paga ao médico e deixa o consultório. Finalmente o médico resolve perguntar: Afinal, o que estão a tentar descobrir? E o rapaz responde: Nada. O problema é que ela é casada e não posso ir a casa dela. Também sou casado e ela não pode ir a minha casa. No Hotel Tivoli, um quarto custa 120,00 euros, no Holliday Inn custa 100,00 euros e aqui fazemos sexo por 70,00 euros, temos acompanhamento médico, é passado um atestado, sou reembolsado em 42,00 euros pela Médis e ainda consigo uma restituição do IRS de 19,25 euros.
Parece que é grátis, mas até pode nem ser – e essa foi a razão que levou o Instituto Civil da Autodisciplina da Publicidade (ICAP) a mandar retirar da TV o anúncio do Sapo a aceder à Net na rua.
A sua cara podia não ser famosa, mas a sua voz era inconfundível. Don LaFontaine, que deu a voz a mais de cinco mil trailers cinematográficos, morreu esta manhã vítima de insuficiência respiratória.
Célebre pela frase “in a world where…”, o locutor norte-americano deixa para trás 40 anos de carreira, sendo a sua voz um clássico não só do cinema como também da rádio, publicidade e até mesmo dos jogos de vídeo. Nos cinemas LaFontaine começou a ser ouvido em 1987, após ter assinado com a Paramout Pictures como chefe do departamento de trailers. Actualmente era muita vezes apelidado como “a voz de deus”, chegando a fazer locução de mais de 60 vídeos por semana.
“O Padrinho”, “Exterminador Implacável” e “Batman” são apenas alguns dos filmes que contaram com a voz de Don LaFontaine nos trailers de apresentação.